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Um planeta mais inteligente nos próximos cinco anos

A IBM é um dos raros casos de marcas que souberam adaptar-se ao longo do tempo, transformando seu modelo de negócios sem perder a relevância do propósito que a impulsiona. Por essa razão, transcende a prestação de serviços e vai além ao tornar-se referência de conteúdos em torno do mote “planeta mais inteligente”.

Pesquisadores da marca apostam em um futuro no qual os objetos aprenderão a partir de plataformas cognitivas que farão das máquinas mais úteis, “naturais” e personalizadas em suas funções.

Para tanto, a marca estabeleceu cinco tendências que terão impacto sobre os próximos cinco anos na relação entre tecnologia e nossas rotinas.

Abaixo, os vídeos referentes a cada tópico. O que se tornará realidade?

Empreendedorismo criativo tem apoio do Santander

O senso colaborativo está em voga e torna-se o vetor para o desenvolvimento de todas as áreas de atuação. A união de esforços e a construção conjunta está presente em novas campanhas internas e externas de comunicação das marcas, em linha com a mudança comportamental da sociedade. O Santander acaba de lançar um programa que reforça esse contexto e incentiva a produção coletiva, o Empreendedores Criativos, uma rede de economia criativa e desenvolvimento de negócios inovadores, que elegerá sete projetos que receberão apoio do CEMEC (Centro de Estudos de Mídia, Entretenimento e Cultura). O idealizador do projeto é Leonardo Brant, pesquisador cultural e editor do site Cultura e Mercado.

Até o dia 6 de setembro, os empresários que utilizam a criatividade como base de seu negócio, como artesãos, designers, estilistas e produtores culturais, poderão inscrever seus projetos. Os principais critérios devem levar em conta a inovação e originalidade; visão empreendedora e atuação em redes culturais presenciais e presença digital.

Além deste concurso, o programa também inclui um “reality show” online: um espaço livre para que dúvidas, informações e ideias sejam compartilhadas. O uso do termo “reality show” é justamente uma crítica à ética do sucesso que se formou hoje, baseada no mandato das celebridades e da competição. O propósito do Empreendedores Criativos é o contrário: compartilhar o conhecimento, sem ganhadores ou perdedores, em um “sucesso” mútuo.

O Santander apoia a iniciativa e reforça sua atitude na área da criatividade e empreendedorismo. A marca é patrocinadora do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) e mantém um portal de conteúdo, o Santander Empreendedor, que reúne ferramentas e orientações para a concretização do empreendedorismo. “Acreditamos no potencial criativo brasileiro e entendemos que uma importante maneira de estimulá-lo é garantir a difusão e a circulação do conhecimento por meio da promoção e do debate de excelência em prol do desenvolvimento desta indústria”, afirma Fernando Martins, VP de Marketing do Santander.

Motorola lança programa que fortalecerá ONGs e suas comunidades

A Motorola acaba de lançar nos Estados Unidos uma iniciativa que externaliza seu negócio em atitude e atua na entrega da promessa de sua marca: o Empowerment Grants Program (programa para concessão de empoderamento, em tradução livre). Por meio do braço de responsabilidade social da empresa, a Motorola Mobility Foundation, o programa oferece uma oportunidade para que ONGs recebam recursos com o intuito de empoderar as comunidades em que estão situadas.

São três focos de atuação: educação, saúde e bem estar e comunidades. E o programa terá como fio condutor a tecnologia e sua influência na capacitação e ampliação de projetos sociais. Neste quesito, entra a conexão com a empresa, fabricante de aparatos tecnológicos, como celulares e tablets. Essas ferramentas estarão disponíveis para as ONGs escolhidas pelo programa.

“A Motorola Mobility Foundation busca empoderar as comunidades que cruzam o país [Estados Unidos] para que vivam de maneira mais conectada e significativa”, afirmou Eileen Sweeney, diretora da organização. “Com o programa, abriremos o caminho para que as ONGs aliem-se ao talento, tecnologia e financiamento da Motorola”. Serão escolhidas as ONGs que já tenham um impacto forte no tecido social de suas comunidades, mas que apresentem projetos com potencial para expansão. Elas se inscreveram em uma plataforma online e as beneficiadas serão divulgadas em setembro.

Cada ONG teve que produzir um vídeo de três a cinco minutos que descrevesse o seu projeto e as justificativas para receber o financiamento da Motorola. Os vídeos foram todos inseridos na página da Fundação no YouTube. Conheça um dos projetos inscritos, abaixo: o TechREACH, programa voltado para estudantes de baixa renda com currículo focado em ciência e tecnologia. Com o possível apoio da Motorola, a ONG pretende investir no ensino de realidade aumentada.

Microsoft anuncia finalistas da edição 2011 do Imagine Cup

Incentivar estudantes do ensino médio e universitários do mundo a desenvolver ideias inovadoras que viabilizem mudanças sociais por meio da tecnologia. Essa é a proposta do Imagine Cup, campeonato criado em 2003 pela Microsoft. O centro do negócio da marca é transformado em vetor para a concretização de projetos criativos e funcionais, que sejam capazes de atuar nos maiores problemas da humanidade, de acordo com as oito metas do milênio da ONU. Nesta edição do programa, mais de 350 mil estudantes de 183 países se candidataram e inscreveram suas iniciativas.

Alcançar sua imaginação: foco da Imagine Cup

No início da semana, a Microsoft anunciou as 124 equipes de estudantes responsáveis pelas ideias finalistas. Estes mais de 400 jovens garantiram seu lugar para a grande final, que será sediada em Nova Iorque, de 8 a 13 de julho. Cada edição do programa tem um tema específico. O deste ano é: “um mundo em que a tecnologia ajude a resolver os problemas mais difíceis”.

Apesar da abrangência, esta temática inspirou alguns projetos bacanas, como por exemplo o Lifelens, desenvolvido por um grupo de alunos de diferentes universidades (Harvard, California Davis, Central Florida e California Los Angeles Anderson School of Business). A colaboração resultou em um aplicativo capaz de detectar o vírus da malária por meio de uma foto da amostra de sangue. O objetivo principal é atuar na redução da mortalidade infantil.

O destaque desta edição, porém, ficou para o Brasil, com o maior número de equipes na final –são seis no total – e segundo maior número de inscritos, perdendo apenas para a Índia. Dentre os projetos brasileiros, está o EduAcademy, desenvolvido pela equipe LevelUp. Trata-se de uma plataforma nas nuvens voltada para educadores, que fornece serviços, ferramentas de comunicação e softwares especializados para as mais diversas situações encontradas nos ambientes de ensino.

EduAcademy: série de tecnologias a favor dos educadores

As iniciativas do concurso foram inscritas em nove categorias: projetos de games (que incluem outras categorias – mobile, web e Windows/X-Box); mídia digital; projetos de softwares; sistemas embarcados, Windows phone 7; e os desafios de TI; Interoperabilidade; Windows 7 Touch e Orchard (uso da plataforma tecnológica CMS). As tecnologias envolvidas reforçam como o concurso é voltado para estudiosos e especialistas no tema.

Das 124 equipes finalistas, serão eleitas 33 ganhadoras (três para cada categoria) durante a final em Nova Iorque e todos os prêmios totalizam US$ 215 mil. Para os ganhadores nas categorias principais (Projeto de Software e Sistemas Embarcados), será distribuída a premiação de US$ 25 mil para o 1º lugar, US$ 10 mil para o 2º e US$ 5 mil para o 3º. Os vencedores nas demais categorias receberão US$ 8 mil, US$ 4 mil e US$ 3 mil, respectivamente.