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Red Bull Collect Art: um pouco da criação de todos

Adobe e Red Bull estão convidando artistas de 85 países para fazerem parte do Red Bull Collective Art, um projeto que pretende criar a maior obra de arte coletiva do mundo.

Cada um poderá contribuir da maneira que quiser, seja com pintura, desenho ou rabisco. Para participar, é preciso se cadastrar no site e escolher uma data entre 11 e 24/03. Uma hora antes de seu tempo começar, você receberá um alerta.

Quando a janela do tempo se iniciar, você deverá baixar o arquivo e dar continuidade ao trabalho do último colaborador e, em seguida, enviar o arquivo para o próximo da lista. Para começar o projeto, foram convidados 27 artistas de diversos países, como Coreia do Sul, Itália, Estados Unidos, Romênia, Alemanha e Japão.

As inscrições podem ser feitas até 23/03 e os participantes vão receber uma cópia gratuita do Adobe Creative Cloud. O resultado deste projeto coletivo será apresentado em uma exposição itinerante que será levada a diversos países, a partir de maio.

 Esta reportagem foi publicada originalmente no Promoview, e agora no Com:Atitude, de acordo com parceria que os dois portais mantêm

Red Bull busca novas ideias junto a esportistas

A Red Bull é uma grande fã de ideias arrojadas. Agora, no entanto, a marca está em busca das ideias diferentes dos seus fãs esportistas nos Estados Unidos e no Canadá para colocar em prática – e quanto maior a ideia, melhor.

A iniciativa chama-se Launchpad e para participar dela, é necessário apresentar um projeto de ação, patrocínio ou qualquer atividade em 30 segundos ou menos por meio de um vídeo, cujo upload deve ser feito no site da marca.

As ideias passarão por um processo de voto popular, porém mesmo aquelas que não ganharem por quantidade de votos poderão, ainda assim, serem executadas se a marca considerar importante. O concurso está aberto a todos os fãs no Canadá e Estados Unidos.

 Esta reportagem foi publicada originalmente no Promoview, e agora no Com:Atitude, de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

A disputa das marcas no GP Brasil de Fórmula 1

Torcedores se preparam para o GP Brasil em Interlagos

Por Leticia Born

O Brasil passou a integrar o calendário oficial do Campeonato Mundial de Fórmula 1 em 1973. No âmbito mundial, são aproximadamente 8,7 milhões de espectadores, incluindo os presenciais e os que assistem à transmissão. Não é à toa que, desde a primeira competição até hoje, diversas marcas investiram fortemente em exposição por meio do  Grande Prêmio do Brasil. Dentre elas, algumas se destacam por colocarem a ação como uma parte sólida de suas iniciativas.  PetrobrasSantander e Shell são bons exemplos disso e, este ano, não poderia ser diferente: estão presentes na competição que começa hoje (5) no autódromo de Interlagos em São Paulo.

O potencial de comunicação da competição atrai marcas interessadas não só em exporem suas marcas e produtos, mas, principalmente, em se aproximar do público. Afinal, o esporte está enraizado na cultura brasileira e incentivá-lo resulta em uma natural conexão junto aos consumidores que acompanharão a corrida no autódromo ou pela televisão. Neste ano, como atrativo adicional, a presença de quatro pilotos locais – Rubens Barrichello, Bruno Senna, Felipe Massa e Lucas di Grassi – amplia as ações promocionais e facilita o uso de mensagens de cunho emotivo e patriota.

“Petrobras: o combustível da torcida verde e amarela”

A empresa atua desde 1998 na Fórmula 1, e se tornou conhecida por patrocinar a equipe Williams por uma década, sendo, inclusive, fornecedora oficial de combustíveis da escuderia inglesa. Mas no ano passado, conseguiu um acordo de naming rights sobre a disputa em Interlagos, que passou a ser oficialmente chamada de Grande Prêmio Petrobras do Brasil de F1. Nesta edição, o acordo se mantém e, por isso, durante este final de semana, a marca poderá ser vista no pódio, nos troféus, nos caminhões e em todos os uniformes oficiais do evento. Para completar, a Petrobras é fornecedora de um combustível especialmente desenvolvido para a equipe Lotus, que volta às pistas após oito anos fora dos GPs.

Anúncio reforça presença da Petrobras na F1

Um dos atributos mais fortes disseminados pelo patrocínio da Petrobras liga-se à tecnologia inerente aos seus produtos, de modo que o consumidor sinta que seu combustível deriva de um bólido de Fórmula 1. O mais reconhecido é a gasolina Podium, que foi usada nas competições de F1 entre 1998 e 2008, e, que hoje, está no mercado.

Promoções em postos, games via celular e brindes são outros recursos para ativar a presença da marca. Mas não basta se fazer presente na competição de modo esporádico: o investimento constante na Fórmula 1 demonstra a importância desta atitude na empresa.

O vermelho em comum

O banco Santander é patrocinador oficial da escuderia Ferrari desde 2009 e da McLaren desde 2007. Além de estar presente no GP do Brasil, o Santander também atua nas corridas do Bahrain, China e Espanha, além de ser patrocinadora oficial das etapas do Reino Unido, Alemanha e Itália.

O vermelho do Santander nas pistas

Toda essa aproximação com a Fórmula 1 partiu de uma clara estratégia de posicionamento de marca. De acordo com a empresa, nos últimos três anos o Santander esteve entre os cinco bancos do mundo com maior rendimento. A questão era que tal patamar não condizia com a reputação internacional que a marcaalcançava. Para fortalecê-la rapidamente e incrementar seu reconhecimento internacional, diversas opções foram consideradas pelo banco. Com base no reconhecimento que a Fórmula 1 possui, chegou-se à conclusão que o vínculo da marca com a competição seria a melhor saída.

O anúncio oficial do patrocínio à Ferrari aconteceu em setembro de 2009. Na ocasião, o presidente mundial do Santander, Emilio Botín, afirmou que a ação representava um novo capítulo na história da F1: “e também me atreveria a dizer que hoje o Santander é para os bancos o que a Ferrari é para a Fórmula 1, um símbolo de tradição, êxito e fortaleza. A Fórmula 1 se rendeu ao vermelho”, declarou.

Como ainda é cedo para aferir o resultado do patrocínio à Ferrari, o Santander divulgou os números da parceria com a McLaren: os primeiros dois anos renderam cinco vezes o investimento e no ano passado, o retorno foi quatro vezes superior.

O combustível oficial

A Shell é fornecedora oficial de combustível e lubrificantes para os carros da Ferrari desde 1930, quando a escuderia fez sua estreia nas competições de Fórmula 1. Neste meio tempo, a sinergia das marcas resultou em 135 vitórias e 11 títulos de pilotos da Ferrari. Uma equipe da Shell trabalha continuamente para adaptar o combustível não só ao carro, mas também ao piloto e à forma como ele conduz. São cerca de 250 mil litros produzidos por ano para a Ferrari nos GPs.

Na etapa brasileira deste ano, a empresa lançou uma promoção para engajar o público: nos postos de combustíveis, a cada 25 litros abastecidos somados à R$ 12,99, o consumidor ganha um copo oficial da Ferrari. E com o jornal Marca Brasil, a Shell vai sortear 100 kits com camisas, copos e chaveiros da escuderia. Outra ação ocorrerá durante a competição: a marca vai simular os pit-stops do autódromo nas ruas de São Paulo, com o intuito de divertir os participantes.

Presença garantida, mas com menos peso

Nas últimas duas etapas do GP Brasil, a Braskem fabricou o troféu do vencedor com um composto de plástico reciclado. Neste ano, em parceria com o ex-piloto Emerson Fittipaldi – que completa 40 anos de sua primeira volta na F1 – a empresa instalou postos de coleta seletiva em cinco parques da cidade de São Paulo. Todo o lixo coletado será reciclado e transformado em objetos para a cidade: lixeira, bancos e floreiras. No autódromo, uma pequena usina de reciclagem estará presente durante o final de semana.

Trófeu produzido pela Braskem

Desde 2004, a Nova Schin é a cerveja oficial da competição. A Schincariol, fabricante da bebida, ofereceu um concurso cultural, que vai levar nove consumidores para assistirem a prova no domingo (7). “A Fórmula 1 é um evento de muita expressão, só perde para o futebol”, afirma Guilherme Moraes, diretor de cervejas da Schin.

E a Red Bull, conhecida por apoiar ações de entretenimento, música e esporte, fechou uma parceria com a Sky, operadora de TV por assinatura. O logo da Sky vai figurar nos carros dos pilotos Mark Webber e Sebastian Vettel, da equipe Red Bull Racing.

Red Bull Sounderground reúne músicos de todo o mundo no metrô de São Paulo

Músicos farão shows em estações de metrô

Os 20 artistas que irão se apresentar entre os dias 8 e 12 de novembro em estações de metrô da capital paulista, não deverão se preocupar com a falta de público em suas performances. Afinal, são mais de 3,5 milhões de pessoas que circulam pelas plataformas todos os dias. O Red Bull Sounderground – 1⁰ Festival Internacional de Músicos do Metrô reforça a associação da marca fabricante do energético a atitudes de entretenimento e diversão. Além de ser uma experiência de impacto e visibilidade para a empresa, também é uma oportunidade que beneficia os músicos, cujas carreiras seguem trajetória ascendente.

O evento surgiu a partir da parceria da Red Bull com a Barong, empresa do produtor cultural, Marcelo Beraldo. Em 2006, Marcelo foi a Nova York, onde presenciou apresentações de músicos independentes nas estações de metrô.  Neste tour, surgiu o desejo de trazer esse tipo de manifestação cultural para o Brasil.

O produtor cultural, Marcelo Beraldo

Para conhecer melhor como funcionava esse movimento, Beraldo visitou mais de 17 estações de metrô do mundo em 2009 e reuniu em vídeos tudo o que presenciou. O material foi enviado para amigos e contatos. “Um destes contatos foi com um executivo da área de marketing da Red Bull que manifestou interesse em patrocinar meu projeto”.

Apesar de já existir um festival semelhante em Barcelona, na Espanha, o evento da Red Bull é o primeiro com viés internacional. Ou seja, reunirá artistas nacionais e estrangeiros em um mesmo encontro. “Vamos apresentar música de qualidade para o paulistano médio que anda de metrô. Além disso, a viagem fica mais agradável para ele. Filmei várias pessoas que começaram a dançar, curtiram a música na estação”, diz Beraldo.

Para ele, a Red Bull acerta ao investir nessa ação: “os funcionários são incentivados a inovar e a criar, mesmo que isso implique em riscos”, afirma. Essa cultura pode ser comprovada com eventos anteriores. A Red Bull já realizou ações na área de entretenimento e esporte, como Thre3 Style (concurso de DJs) House of the Art (espaço que reuniu eventos e exposições de arte), Roda de Bola (desafio feminino de futvôlei), Desafio no Morro (competição de mountain bike), Air Race (corrida de aviões), Funk-se Tour (batalha de DJs de funk), entre outros.

Uma das ações mais sólidas da marca é o Red Bull Music Academy, que nasceu em 1998 na Alemanha e passou por São Paulo em 2002. Através de workshops anuais, músicos e leigos no assunto se reúnem para compartilhar gostos musicais e criar novas tendências. Dentre tantas ações, encontram-se, em comum, valores como ineditismo e criatividade, bem como a constância em explorar temas novos. O ineditismo certamente se aplica ao Festival de Músicos do Metrô, já que, no Brasil, a presença de artistas nas estações não é tão comum como no exterior. Inclusive, Beraldo gravou uma dessas manifestações na Penn Station do metrô de Nova York:

Os participantes do evento foram selecionados por Pena Schmidt, superintendente do Auditório Ibirapuera; Danilo Martire Caciavilani, da Coordenadoria de Ação Cultural do Metrô de São Paulo e Lívio Tragtenberg, músico e fundador da Orquestra de Músicos de Rua de São Paulo.

Dos 20 músicos, nove são paulistas e o restante vem de Barcelona, Berlim, Londres, Cidade do México, Montreal, Moscou, Nova York, Paris e São Petersburgo. O estilo musical é variado: desde a MPB, passando pelo blues, jazz, rock, samba e reggae.

Rafael Masgrau, guitarrista

Um dos músicos representantes da capital paulista é guitarrista de heavy metal. Rafael Masgrau, 23 anos, é fã de Led Zeppelin, Deep Purple, Iron Maiden, entre outras bandas. “Comecei a tocar aos 13, mas na época não tinha certeza se queria investir meu tempo na música”, conta. Em apenas uma década, Rafael integrou três bandas e, para 2011, pretende lançar um álbum com composições próprias ao lado da banda The Brazilian Monkeys. Para um artista que busca visibilidade, um evento como o Sounderground é oportuno: “é a chance de apresentar meu trabalho de uma forma diferente, ao vivo e no metrô – é muito inovador”. E para o dia de sua apresentação, Rafael se empolga: “espero atrair muitas pessoas, mesmo as  que não se interessam por rock n’roll de fato”.

Os shows acontecem em 10 estações do metrô de São Paulo, em horários regulares: das 11h às 13h e das 17h às 19h. Para encerrar o evento, no dia 12, sexta-feira, uma jam session com todos os participantes vai tomar conta da estação Sé, às 17h. A lista completa dos artistas e das estações de metrô participantes está no site oficial do Sounderground.