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Itaú promove causa da paz no trânsito

O Itaú segue firme com o propósito de incentivar o uso de bicicletas. Depois dos projetos de aluguel de bicicletas “Bike Rio” e “Bike Sampa”, e da ação promocional realizada no Instagram (Veja aqui), agora foi a vez de comemorar o Dia do Ciclista (23/08).

O Banco desenvolveu uma ação de marketing promocional nas redes sociais para conscientizar os motoristas e também para incentivar o uso das magrelas como meio de transporte.

Na página especial do Itaú no Facebook, o usuário pôde escolher entre cinco modelos de adesivos que incentivam o uso da bicicleta, e, também, que propõe uma convivência pacífica entre motoristas e ciclistas.

 Esta reportagem foi publicada originalmente no Promoview, e agora no Com:Atitude, de acordo com parceria que os dois portais mantêm

Marcas compartilham estratégia de comunicação com seus públicos

Alinhadas a um processo de transformação comunicacional, baseado na dissolução da autoridade e na vontade de participação dos públicos nas decisões das marcas, a Levi’s e o Itaú desenvolveram recentemente ações que se alinham a este panorama. A marca de vestuário norte-americana lançou a campanha #iamlevis pela internet, que selecionará os novos figurantes de suas campanhas de comunicação. Divulgada nas redes sociais, os interessados em figurar nas peças de comunicação da marca podem participar por meio do Instagram, aplicativo de compartilhamento de fotos que funciona no Iphone.

Toda a comunicação da Levi’s está centrada no desprendimento e na evolução humana, social e ambiental. O Com:Atitude já falou sobre as principais atitudes da marca, com relação à sustentabilidade, como o projeto Water<Less e à área social, com o desenvolvimento da mulher no projeto Shape What’s to Come e a reconstrução de Braddock, cidade no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, iniciativa conhecida como Go Forth. Portanto, para os novos integrantes das campanhas da marca, este contexto simbólico é um pré-requisito: “seguir em frente com um propósito real” e “ter um coração aberto” – é o que a Levi’s pede.

Já o Itaú também usou a internet como ferramenta de engajamento com seus públicos. A ação fez parte da campanha Mude 2012, desenvolvida para o fim do ano passado. O mote foi ressaltar que a mudança está no poder individual, primeiro passo para a formação de uma rede de colaboração.

A marca pediu que os fãs de sua página no Facebook enviassem fotos deles mesmos para o último anúncio impresso do ano. Mais de 5 mil pessoas participaram em  menos 72 horas. E no último dia de 2011, todas as fotos enviadas estamparam uma chamativa propaganda nos principais jornais do Brasil. A iniciativa elevou a importância daqueles que interagem com a marca Itaú nas redes sociais, com foco na colaboração e no compartilhamento. O vídeo abaixo mostra detalhes da campanha.

Itaú e seu compromisso com as diferentes expressões artísticas

Grupo Pavilhão D de balé clássico que conquistou o 2° lugar na categoria Trio Sênior

A cidade de Joinville (SC) tornou-se a capital da dança, referência por seus festivais, que ocorrem anualmente, desde 1983. A 29ª edição do Festival de Joinville começou na semana passada (20 de julho) e segue até o final do mês, no dia 30. A organização estima que mais de 6.500 bailarinos, coreógrafos, professores e pesquisadores da dança do país e do exterior venham para a cidade participar de uma programação intensa com apresentações, workshops, seminários, dentre outras atividades.

Os números são impressionantes: os onze dias de festival reunirão 240 horas de espetáculos, com 618 coreografias de variados gêneros – balé clássico, dança contemporânea, jazz, dança de rua, sapateado e danças populares. As atividades tomam conta da cidade e espalham-se em palcos abertos construídos em praças, hospitais e shoppings, além do Teatro Juarez Machado. Em 2005, o evento foi posicionado como o Maior Festival de Dança do Mundo, no Guinness Book.

Mas para manter o sucesso dessa rotina intensa de atividades e conseguir elevar a participação a cada edição, a organização do Festival conta com patrocinadores interessados em reforçar suas atitudes na área cultural. Há quatro anos, o patrocinador master do Festival é o banco Itaú. As marcas apoiadoras deste ano são: Britânia, Porto Seguro e Petrobras. O orçamento da 29ª edição chegou a R$ 4,4 milhões.

O histórico do banco Itaú no apoio e incentivo à cultura é consistente: sua plataforma foi criada em 1987, com a fundação Itaú Cultural, centro localizado em São Paulo que promove exposições, espetáculos de dança, teatro e shows. Dez anos depois, a marca lançou seu programa de seleção pública de projetos culturais, o Rumos Itaú Cultural. Neste ano, artes visuais; educação cultura e arte; e jornalismo cultural serão as categorias válidas para a inscrição de projetos, que serão posteriormente selecionados e patrocinados.

O Festival de Curitiba, o SP-Arte e o Fórum da Liberdade são outros eventos patrocinados pelo banco, que o colocam em posição destacada na atuação cultural. O recente patrocínio ao Rock in Rio 2011 é uma extensão da plataforma cultural da marca, que a aproxima do entretenimento e do público jovem. “A atitude é de longo prazo, honesta e autêntica. Estamos tentando criar uma imagem única da nossa relação com a arte, a cultura e o social. A ideia é trazer tudo isso para uma plataforma única. Estamos no caminho para isso”, afirmou Fernando Chacon, diretor de marketing do Itaú, em entrevista sobre a continuidade de suas ações culturais com a recente incorporação do Unibanco.

Confira a programação completa do 29º Festival de Joinville aqui.

A importância da marca numa fusão

Os recentes processos de fusão vividos pelo mercado brasileiro mostram que o Marketing é fundamental na hora de gerenciar as marcas. Tomada a decisão, é preciso arrumar a casa e melhorar os processos, o que significa muito trabalho pela frente e – em alguns casos – grandes mudanças. Foi o que aconteceu com o Real, que comprado pelo Santander deixou de existir. Já o Itaú incorporou a marca Unibanco ao nome, enquanto Sadia e Perdigão deram origem a uma nova empresa, a Brasil Foods.

Ana Couto, CEO Ana Couto Branding & Design

Recentemente, o país viu a possibilidade da formação de mais uma potência do varejo, com a união entre Carrefour e Pão de Açúcar. Independentemente do segmento de atuação ou do negócio das empresas, uma coisa é certa: é preciso definir cuidadosamente os objetivos para, aí sim, tomar decisões.

Um dos pontos principais no processo de fusão entre empresas é a valoração. Saber quanto vale a sua marca é essencial na negociação. Quando a Kraft Foods comprou a Philip Morris, por exemplo, no fim da década de 1980, ela pagou cerca de US$ 12,9 bilhões, seis vezes o valor do patrimônio da empresa, por um simples motivo: a Philip Morris era dona da Malboro, à época uma das marcas mais poderosas do mundo.

Portfólio otimizado
O caso da Kraft e da Philip Morris mostra a importância de avaliar o valor das marcas de forma estratégica e financeira. O mesmo cuidado deve ser tomado no momento de analisar as submarcas que compõem o portfólio da companhia e pensar em como será conduzida a gestão da marca mãe.

“Fizemos uma revitalização do Unibanco. Em 2005, a marca valia R$ 1,703 bilhão. Quando houve a fusão com o Itaú, o valor era de R$ 4 bilhões. O foco estava em fazer com que a marca mãe tivesse cada vez mais atributos, além de reconhecer a importância de marcas como 30 Horas e Uniclass, que foram mantidas”, explica Ana Couto, CEO da consultoria estratégica de marcas Ana Couto Branding & Design, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A reorganização do portfólio é fundamental para a garantia do sucesso da fusão. Otimizar o mix de produtos possibilita o surgimento de marcas fortes globalmente, como fazem gigantes como a Procter & Gamble e a Unilever. O caso da união entre Santander e Real é outro exemplo.

“O Santander é uma marca global que tem como diretriz ser uma marca única. O Banco Real foi comprado porque tinha uma percepção de valor muito positiva, um posicionamento claro de sustentabilidade. A transição foi demorada em função da marca comprada. Hoje, o Santander adquire atributos comuns ao Real”, ressalta Ana Couto.

Papel estratégico das marcas
O movimento do mercado mostra que a gestão da marca está cada vez mais intrínseca à gestão de negócios. O surgimento da Brasil Foods foi resultado de uma crise na Sadia, que não viu outra saída, senão se unir a Perdigão para que as empresas fossem em frente. A percepção de valor das marcas, no entanto, acabou sendo um empecilho para o negócio.

 Entendendo que Sadia e Perdigão são fortes demais e podem enfraquecer a oferta para o consumidor, o CADE vem colocando uma série de “obstáculos”, como a exigência de que parte do portfólio seja vendida para construir uma concorrente, além da proibição de atuar com a marca Perdigão em alguns segmentos de mercado durante cinco anos. Decisões que penalizam as marcas, mas beneficiam o consumidor.

Fatores de regulamentação também são um grande desafio, que o diga a Nestlé e a Garoto. “Os órgãos regulatórios trabalham durante um tempo de decisão muito grande. O processo de avaliação deveria ser feito antes, dizendo se é possível ou não. Mobilizar duas empresas, fazer a fusão financeira e depois ter que voltar atrás é um custo imenso para o negócio”, acredita Ana.

Para isso, mais uma vez o Marketing deve entrar em cena. Somente a partir de uma avaliação criteriosa é possível criar a melhor estratégia para construir valor e não arranhar as marcas envolvidas, quando ocorrem imprevistos. O branding possibilita otimizar investimentos e apostar em marcas que geram valor e têm papel importante no portfólio, além de gerenciar a percepção que os stakeholders têm sobre a marca.

*Por Sylvia de Sá. Esta reportagem foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Veja a relação entre as 10 marcas mais valiosas e suas atitudes

A construção da reputação de uma marca depende de inúmeros fatores ligados a aspectos financeiros e tangíveis e ao imaginário que ela traduz no relacionamento com seus públicos. De qualquer forma, a concretização de atitudes sólidas representa um forte pilar neste último espaço, intangível. O resultado do ranking deste ano das 25 marcas brasileiras mais valiosas da Interbrand comprova que a construção de marca a partir de atitudes em determinadas áreas de atuação está diretamente ligada à manutenção de reputação e valor de marca.

O valor das marcas do ranking foi calculado a partir da análise financeira; da análise do papel da marca (medida que mostra como a marca influencia a demanda durante o processo de compra); e da pontuação da força da marca (capacidade que uma marca tem de assegurar demanda e ganhos ao longo do tempo, composta por 10 fatores: autenticidade, clareza, comprometimento, proteção, capacidade de resposta, consistência, diferenciação, relevância, presença, entendimento). A seguir, nos baseamos nas top 10 marcas do ranking para pensar como a questão das atitudes contribui para o incremento de valor e reputação:

1) Itaú
O banco aproxima-se, principalmente, de duas áreas de atuação: cultural e social. Com seus diversos patrocínios, como o Festival de Curitiba, a SP-Arte, o Fórum da Liberdade e seu edital, o Rumos Itaú Cultural, promovido pela fundação homônima, são apenas alguns exemplos. O banco investe na cultura brasileira desde 1987. Já a Fundação Itaú Social foi criada há 10 anos e está envolvida com a educação, na disseminação de metodologias para a melhoria de políticas públicas nesta área. O nicho da educação financeira também é trabalhado pela empresa com o programa Uso Consciente do Dinheiro.

O patrocínio ao Rock in Rio 2011, à Copa do Mundo 2014, à seleção brasileira de futebol, também colocam a marca na vanguarda do envolvimento com mais causas (entretenimento e esporte). A marca também figurou no ranking da BrandZ das 100 marcas mais valiosas do mundo, em 90º lugar.

2) Bradesco
A marca teve 10% de aumento em seu valor de marca, em comparação à edição 2010 da pesquisa e seu grande investimento – relacionado ao campo das atitudes – é o patrocínio master das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Além disso, a Fundação Bradesco, emblemática na área da educação, atua há cinco décadas em todos os níveis de ensino no país. A marca também figurou na BrandZ, em 98º lugar. O crescimento no ranking da Interbrand também se deve à expansão de 18% em número de locais de atendimento do banco no Brasil, reforçando a missão de “Presença”.

3) Petrobras
A marca já está fincada na área social, cultural, ambiental e esportiva com investimentos consistentes. O programa Petrobras Cultural, seleção de projetos existente desde 2003, é um dos mais conhecidos e na edição de 2010, foram R$ 61,2 milhões investidos. A marca alcançou o 61º lugar no ranking global da BrandZ e foi a única brasileira a figurar na recém-lançada lista da Reputation Institute, no 93º lugar. No ranking das marcas mais fortes, elaborada pela revista Istoé Dinheiro, Millward Brown, WPP e BrandAnalytics, a marca ficou em 4º lugar.

4) Banco do Brasil
O banco está associado ao esporte, principalmente no vôlei, que investe desde 1991. Uma pesquisa feita pela Market Analysis Brasil em 2009 apontou o BB como marca mais lembrada entre as empresas que estão ligadas aos esportes no país. Recentemente, o banco associou-se à causa ambiental da água, no último Dia Mundial da Água, comemorado em março. O BB foi considerado o único banco “bom” – o melhor resultado alcançado – no ranking da responsabilidade social do setor bancário, elaborado pelo Idec.

5) Skol
Com o maior market share em cerveja no país, a Skol aproveita para investir em ações relacionadas ao entretenimento, diversão e esporte. O Verão Skol foi um exemplo, com a promoção de shows e aulas de surf no litoral brasileiro. O Skol Sensation – ex-Skol Beats – é outro exemplo da expressão de entretenimento da marca. A Skol figurou no 14º lugar das marcas mais fortes, segundo o ranking da revista Istoé Dinheiro, Millward Brown, WPP e BrandAnalytics.

6) Natura
Com crescimento de 23% em market share de 2009 para 2010 e líder no país no mercado de cosméticos, fragrâncias e higiene pessoal, a Natura coloca as suas atitudes a favor do “bem estar bem”, conceito traduzido em suas metas ambientais, como também em sua plataforma musical e social. O projeto educacional Crer para Ver é o maior exemplo, ao atingir 5.690 escolas em 350 municípios brasileiros e a plataforma Natura Musical também, com disseminação de conteúdo online sobre música brasileira e shows.

7) Brahma
A marca está fortemente vinculada ao futebol: é patrocinadora da Seleção Brasileira desde 1994, da CBF, e da Copa do Mundo da África do Sul, e está presente nos clubes brasileiros, como Portuguesa, Ponte Preta, Guarani, dentre outros. Um dos últimos acordos foi com o Fluminense, fechado no ano passado. O senso de força e superação da Brahma extrapola sua marca e alinha-se à sua campanha do “ser brahmeiro, ser guerreiro”. Outro lado da marca, mais voltado para o entretenimento, está no investimento da marca no mundo country. A marca está presente em mais de 250 eventos do circuito country do país e além disso, também atua no carnaval carioca, com seu camarote já conhecido no sambódromo do Rio.

8) Vale
A marca não figurou no ranking de 2010, mas voltou este ano no oitavo lugar. O maior destaque da empresa fica para seu centro cultural, localizado em Vila Velha, no Espírito Santo, focado em projetos de arte-educação, o que inclui um Museu e atividades pedagógicas. Mas a Fundação Vale, com projetos de desenvolvimento de comunidades, por meio de parcerias social-público privada (PSPP) é outro exemplo das atitudes da marca.

9) Antarctica
No total, três marcas de cerveja da Ambev estão no top 10 do ranking da Interbrand, cada uma com suas peculiaridades. A Antarctica cresceu 15% em seu valor de marca, comparado ao ano passado e tem foco na inovação – lançou a garrafa clássica de vidro âmbar da Antarctica Original e a Antarctica Sub Zero – e no entretenimento do carnaval de rua do Rio de Janeiro, estado onde tem mais de 30% de market share.

10) Vivo
Ao colocar a sociedade em rede como temática para suas ações, a Vivo inovou em suas atitudes. Além de promover diversos seminários que elevam a importância da conexão e do diálogo, outros destaques ficam para o Conexão Vivo e outras frentes culturais da marca. A mais recente ação da marca foi a produção de um filme com uma releitura da música “Eduardo e Mônica”, da Legião Urbana, em um mundo 2.0.

Itaú é a marca mais valiosa do Brasil

O Itaú é a marca mais valiosa do Brasil. É o que aponta o estudo realizado pela Interbrand, que avaliou a marca em R$ 24,296 bilhões. O valor é 18% maior do que o apresentado em 2010, quando valia R$ 20,651 bilhões, e 130% maior do que em 2008, ano em que a marca realizou a fusão com o Unibanco.

A consultoria chegou ao valor analisando o desempenho financeiro da marca, medindo a capacidade de capturar a preferência dos consumidores e a probabilidade de geração de receitas futuras. Entre os aspectos avaliados, os que mais contribuíram para a valorização da marca foram os resultados financeiros crescentes e consistentes, a atuação em questões ligadas à sustentabilidade e a consolidação como um banco múltiplo.

Entre os quatro primeiros colocados, três são bancos sendo o segundo lugar do Bradesco, seguido pela Petrobras e pelo Banco do Brasil. As marcas cresceram 18%, 10% e 7%, respectivamente. Nas colocações seguintes estão a Skol (+10%), Natura (+22%) e Brahama (+21%). A Vale está na oitava posição e é a primeira vez que figura no ranking da Interbras. As nona e décima colocadas são a Antártica, crescendo 15%, e a Vivo, aumentando seu valor em 16%. As marcas Cielo, Caixa Econômica Federal, Extra e Casas Bahia fazem sua estréia no ranking, nas 14ª, 16ª, 19ª e 20ª posições, respectivamente.


*Por Juliana Castro. Esta reportagem foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Feira de arte começa hoje em São Paulo e atrai investimento das marcas

O pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera em São Paulo, tem suas portas abertas hoje (12) para os visitantes da 7ª Feira Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte). A organização do evento espera o movimento de 16 mil pessoas que conhecerão os 89 expositores – 14 estrangeiros – deste ano. A SP-Arte vai até domingo (15).

Pavilhão da SP-Arte em edição de 2010

Em 2005, ano da estreia da SP-Arte, eram apenas 41 expositores, que pularam para 79 no ano passado. Fernanda Feitosa, criadora do evento, explica que o crescimento está relacionado ao aumento do interesse e do mercado: “não adianta colocar cinquenta novos participantes de uma vez se todos os espectadores não podem dar a mesma resposta no ritmo de vendas”, afirma. Este crescimento pode ser demonstrado pelos números mais recentes: em 2010, a SP-Arte teve aumento de 15% de vendas em comparação ao ano anterior, foram R$ 32 milhões de comércio direto de obras artísticas.

O Itaú e a Oi são os principais patrocinadores do evento que já possuem um vínculo estreito com a dimensão cultural. O Instituto Oi Futuro – como abordamos no Com:Atitude – possui centros de exposições e apresentações com seleções públicas de projetos para patrocínio. Seus principais critérios no apoio à cultura são: diversidade, democratização do acesso, contemporaneidade e desenvolvimento da área cultural em si. No evento, a Oi desenvolveu um aplicativo mobile que servirá como guia digital para os visitantes e fornecerá dicas da feira, roteiros específicos, entrevistas e fotos dos diferentes ambientes.

Já o Itaú investe na cultura brasileira desde 1987, com a fundação do Itaú Cultural, centro localizado em São Paulo que promove exposições, espetáculos de dança e teatro e shows. Assim como a Oi, o banco mantém um programa de patrocínios culturais, lançado em 1997, o Rumos Itaú Cultural.

Gerdau, Itaú e Souza Cruz patrocinam o 24º Fórum da Liberdade

Representar um espaço para amplos debates políticos, sociais e econômicos que envolvem o conceito da liberdade. Este é o intuito do Fórum da Liberdade, criado em 1988, em Porto Alegre, pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), organização que trabalha na formação de líderes comprometidos com as bases democráticas por meio do desenvolvimento intelectual.

A edição deste ano do Fórum começou nesta segunda-feira (11) e acaba hoje (12), com oito painéis que discutirão a liberdade na era digital. As oportunidades e tendências que a tecnologia traz para a livre expressão e circulação de ideias serão os principais tópicos que nortearão as discussões entre diversos atores sociais presentes: empresários, políticos, jornalistas, dentre outros. Os debates podem ser acompanhados ao vivo pelo site do Fórum.

“O que é liberdade na era digital?” – Fórum da Liberdade busca estas respostas

O painel “Tecnologia e Democracia: o governo nu”, que aconteceu hoje pela manhã, reuniu Reinaldo Azevedo, jornalista e colunista da revista Veja e o consultor econômico e colunista dos jornais O Estado de São Paulo e O Globo, Raul Velloso. Outro painel discute a transformação da educação com a massificação dos meios digitais, com a participação do CEO da Anhanguera Educacional, Alex Dias e do presidente da IBM no Brasil, Ricardo Pelegrini. Você pode conferir a programação completa aqui.

A aproximação das marcas
O patrocínio do Fórum pelo banco Itaú, pela siderúrgica Gerdau e pela fabricante de cigarros Souza Cruz, representa uma maneira destas marcas associarem-se ao conceito do fomento à discussão. Mais do que isso: o tema específico deste ano – a liberdade na era digital – coloca estas empresas como apoiadoras desta democratização de conteúdo, baseada no intercâmbio de experiências e fundamental para o diálogo das marcas com seus públicos.

O Itaú e a Gerdau são mantenedores do IEE desde sua fundação, o que mostra como estão conectadas não apenas ao Fórum, mas também à organização que o criou, que tem como essência o incentivo à transparência, liberdade e objetividade dos líderes empresariais.

Já a Souza Cruz coloca a formação de empreendedores em sua plataforma de responsabilidade social. A marca investe na capacitação e em educação nas comunidades em que atua. Portanto, há uma certa conexão entre esta diretriz e o conceito da geração de conhecimento do Fórum da Liberdade, mas não há um investimento em longo prazo e uma ligação clara entre a marca e esta causa.