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Agências de Marketing miram no Rio, mas devem ver além das Olimpíadas

A confirmação dos Jogos Olímpicos e das Paraolimpíadas, em 2016, além da Copa de 2014, fez com que agências de Marketing Promocional voltassem os olhos para o Rio de Janeiro. Entre especulação e realidade, no entanto, existem prós e contras na hora de se estabelecer no mercado carioca e os eventos não devem ser considerados o foco principal.

Na corrida em direção ao Rio, há empresas que já estiveram na cidade e retornam, aquelas que chegam pela primeira vez e também multinacionais que expandem a atuação. Para algumas, o mercado está em plena expansão, porém, há quem veja o cenário com neutralidade e até enxergue um esfriamento das ações.

Entre os que acreditam nas possibilidades da cidade está a Inflama RIO. Aberta em março de 2012, a agência especializada em conteúdo e produção de eventos nasceu em São Paulo da sociedade entre o Grupo Talkability, da Bullet, e a holding L21 Participações. O investimento para o primeiro ano foi de R$ 1 milhão e o objetivo é superá-lo em 30% até dezembro. Aempresa conta com clientes como a Ceras Johnson e Grupo Infoglobo no currículo e espera se consolidar para agregar outros.

Com a agitação e efervescência cultural carioca, para a empresa o Rio vem se destacando depois de amargar um esvaziamento e esquecimento do mercado promocional. “Vi os investimentos saírem daqui nos últimos cinco anos e tenho visto quase uma ressurreição. Um fator importante foi a diminuição da violência, que acaba refletindo na economia. É um caminho natural o retorno ou a criação de agências”, acredita Cristina Cadore, Diretora Geral da Inflama RIO, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Legado e vocação para o turismo
Os eventos mundiais em 2014 e 2016, porém, não devem ser vistos como motivos para agências se instalarem no Rio. Mais importante que ações que possam ocorrer no setor, estão os aprendizados que deixarão. “Acredito no legado dos eventos, não especificamente no período em que eles acontecerem. Entendo que vá haver uma transformação e que ela irá se perpetuar. Isso reflete na necessidade das marcas se ativarem, até mesmo no mundo da propaganda. Os consumidores estão demandando cada vez mais e as marcas precisam dialogar e canalizar experiências únicas”, afirma Cristina.

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Considerada a cidade brasileira mais procurada por turistas estrangeiros em 2011, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), o Rio de Janeiro deverá crescer ainda mais e se tornar referência no setor. Para Augusto Cruz Neto, sócio-presidente da Mood, agência instalada no início do ano na cidade, a premissa de números cada vez mais positivos no setor turístico já é uma verdade.

A evolução econômica do país e, por consequência, o mercado emergente e repleto de oportunidades no Rio foram fatores essenciais para a empresa se inserir na cidade. “Entendemos que era uma boa oportunidade. É a principal e continuará sendo a maior cidade turística, o Rio será a Barcelona e a Milão brasileira”, diz o executivo da Mood ao portal.

A vinda dos eventos esportivos nos próximos anos não deve ser excluída, mas o critério de escolha da cidade precisa passar por outros pilares. Além do futebol e de esportes olímpicos, o Rio tem vocação para outras modalidades e entretenimentos de grande porte. “Existe uma diferença de comportamento entre São Paulo, da onde a Mood vem, e o Rio. A beleza, as praias, o Rock in Rio, o surf e shows permitem à cidade compor um histórico diferenciado e que terá pleno crescimento”, avalia Neto.

Com uma expansão de 20% na receita no último ano, que motivou a ampliação da Mood, e contas da Schincariol, Multiplan, Canon, Philips TV e Revista Alfa, o executivo reforça, no entanto, que é preciso cuidado na hora de ultrapassar as fronteiras geográficas. “As agências saíram há um tempo porque a economia estava ruim e elas têm de ir para onde os negócios, as empresas e o consumo estão. Não é pelo futuro, é pelo presente também”, avalia o sócio-presidente, que pretende abrir a Mood Brasília nos próximos dois anos.

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Pés no chão
Olhar o cenário presente para crescer também é o foco da Grey141, no Brasil desde 1973 e com 400 escritórios em 90 países. A agência abriu as portas no Rio de Janeiro em 2007, motivada pela conquista da conta da Leader. Desde então, de 10 funcionários, a empresa passou para 40 e hoje atende clientes como a Casa&Video, Senac Rio e NBC Universal.

A maior preocupação da Grey141 é que ela não abrisse as portas em um ano e fechasse no seguinte. “Não queremos ser uma agência ioiô, que sai de São Paulo e logo depois volta. Os nossos pés sempre estiveram no chão, sem planos audaciosos. Fomos motivados por um cliente de varejo e, daí em diante, nossos investimentos nunca foram eufóricos. O segredo é fazer as coisas com tranquilidade e tirar a pressão da operação”, pontua André Gomes, Diretor Executivo da Unidade Grey Rio.

De acordo com Gomes, toda a expectativa em relação ao Rio de Janeiro sobre os grandes eventos também não corresponde à realidade, e a maior parte das contas serão controladas por agências de São Paulo, onde os grandes clientes já estão. “Nem sempre o crescimento dos eventos significam um boom para nossa área. Não necessariamente o Rio de Janeiro vai desfrutar da maior parte deles”, avalia.

Retração do mercado
Se por um lado há os que acreditam no planejamento para abrir agências no Rio de Janeiro, por outro existe os que encaram o momento com ressalva para o Marketing Promocional na capital. Completando 19 anos em 2012, a Promo Office vê no mercado uma neutralidade, quase beirando a retração.

Assim como o Diretor Executivo da Grey141, Márcia Woolf, Diretora da Promo, também não enxerga nos eventos esportivos mundiais uma chance de aquecimento do mercado. “Tivemos a Rio+20 em junho que foi o grande exemplo. Ou as agências entram no circuito por meio de patrocinadores masters ou não serão chamadas, a maioria por não ter o capital social que os grupos pedem. O mesmo servirá para a Copa ou Olimpíadas”, acredita Márcia.

Um dos medidores usados pela executiva são os eventos da Petrobras, conta da Promo Office. A marca, que costumava fazer três licitações por mês, em julho teve apenas uma. A retração é vista pela Diretora como uma nova onda da crise enfrentada pelo setor em 2009.

A diferença dos períodos é que não cabem muitas alternativas. “Já existiram outras épocas em que (o setor) se estagnou e voltou rápido, mas agora não está voltando. Não é que temos zero trabalho, mas é perceptível, não só por quem está inserido no mercado, que poucas coisas estão ocorrendo. Vivemos um período morno e hoje tentamos sobreviver em um mercado neutro. A saída é buscar outras soluções, correr atrás de clientes e estabelecer cada vez mais relacionamento”, afirma.

*Por Isa Sousa. Esta matéria foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Os sete pecados capitais das marcas no universo do entretenimento

A incompreensão e falta de alinhamento das empresas com os consumidores são os maiores erros na hora de ativar a marca com ações que envolvam Marketing de Entretenimento. O desejo quase inconfesso de falar com todos os públicos é o pecado mais cometido pelas empresas, mas eles não param por aí. Da campanha certa para o local errado, da fragmentação excessiva à obsessão de aparecer a qualquer custo, sete erros capitais são cometidos em maior ou menor grau.

Segundo a pesquisa “A Ressignificação da Diversão no Mundo Contemporâneo – Como as pessoas se divertem e o que as marcas têm a ver com isto?”, da Firefly Millward Brown, as relações entre trabalho e diversão mudaram, portanto, mudaram também as forma de compreendê-las, gerando um ruído na comunicação das empresas com os consumidores. A falta de compreensão leva ao primeiro pecado: a “UltraComplexidade”.

Nele, a ação é de fácil entendimento para a marca, mas complexa para o consumidor. “Muitas vezes as ativações pecam justamente por terem etapas demais, serem de difícil acesso, entendimento e terem uma complexidade intrínseca que afasta o consumidor”, explica Raquel, Vice-Presidente de Inovação em Pesquisa Qualitativa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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Falta de percepção
Se antes havia um padrão claro entre o que era lazer e o que era obrigação, hoje as formas se misturam. “A diversão está no cotidiano das pessoas, na comunicação das marcas, no ambiente de trabalho, de forma quase onipresente. Os novos paradigmas alteraram o conceito de lazer e os seus significados. O que antes era um direito, agora parece ser quase uma obrigação”, diz a pesquisadora.

O perigo, no entanto, é que, ainda perdidas, as marcas fiquem todas muito parecidas e não se sobressaiam umas às outras. Da mesma forma, a falta de compreensão de que o divertimento não está, necessariamente, ligado a festas e “curtição” prejudica ainda mais o destaque no cenário.

O segundo pecado, “Ausência de percepção pelo consumidor de benefício tangível”, mostra o despreparo das empresas. “Parece estranho falar, mas a ênfase excessiva em experiências sensoriais aliada a um planejamento pobre trouxe um esvaziamento de conteúdo. É comum as pessoas entrarem em um espaço de marca e saírem sem nada, para elas é como não tivesse valido. Ainda existe uma cultura de que é ficar com algo concreto, que ajude inclusive a lembrar da experiência”, diz Marina Fernandez, Diretora de Pesquisa Qualitativa, ao portal.

O terceiro erro é a “Fragmentação excessiva”, muito usual em marcas que respeitam um alinhamento global e, nas campanhas locais, ficam desconectadas do propósito inicial. As plataformas não conversam entre si e acabam confundindo o consumidor, mesmo que subliminarmente.

Deixe de lado a vaidade
O quarto pecado cometido pelas marcas é a “Obsessão pelo protagonismo”, quando uma empresa aparece mais do que deveria nas ativações. A insistência pode até ser parte da estratégia, mas se a ideia é oferecer diversão e prestar um serviço, o protagonismo excessivo incomoda. “Ninguém gosta de sentir que está sendo cobaia de um stand de vendas. Não é legal parecer que está dentro de um comercial ou de um Trumam Show ou de um merchan gigante. Discrição em alguns casos é a chave do sucesso”, afirma Raquel.

O quinto, segundo a pesquisa, é o “Desejo (inconfesso) de falar com todos”. O problema, no caso, é querer atingir um nicho e, na hora da execução, falhar por estar no lugar errado e não ter o retorno desejado. Ações em shopping centers, por exemplo, podem ser arriscadas, já que os espaços lotam e o público alvo pode não ter acesso.

Em sexto lugar está a “Desconexão com as verdadeiras necessidades e desejos do público alvo”, quando a marca tem o intuito de atingir diversos targets e acaba se desconectando do consumidor desejado. Bastante ligado ao quinto pecado, outro problema aqui são as estratégias complexas a que as marcas se propõem. “Observamos, muitas vezes, ações tão cinematográficas e difíceis de entender que passam longe do que o consumidor está realmente querendo”, diz Marina.

Contrário ao sexto, o sétimo pecado, “Acreditar piamente no mantra ‘Não gastamos um centavo com mídia’”, mostra que ainda existem muitas companhias achando que um viral no Youtube ampliará a conexão com os consumidores. “Algumas empresas acreditam que uma boa ativação na internet vai se tornar viral automaticamente. Ninguém é mais ingênuo a este ponto, mas ainda existe essa percepção. É necessário muito investimento, planejamento e muito alinhamento”.

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As saídas
Mesmo que os pecados existam e sejam cometidos, nem todas as empresas erram nas estratégias na hora da ativação. Marcas como Skol, com a festa anual Skol Sensations, em São Paulo, ou o banco Itaú, como patrocinador do projeto Bike Rio, no Rio de Janeiro, são cases de sucesso lembrados pelas pesquisadoras.

A marca de cerveja é patrocinadora do evento de música eletrônica desde 2009 e dialoga de forma simples e objetiva com o público alvo. A estratégia do Itaú, no entanto, é ainda mais curiosa. Mesmo sendo uma instituição financeira privada, o banco entendeu o cenário de mobilidade e sustentabilidade atual e entrou como patrocinador do projeto que aluga bicicletas em formato diário ou mensal.

“A ação não tem necessariamente a ver com o banco, mas com diversão. Ele espalha o conceito e a marca, comunicando um manifesto que agrada e presta serviços ao mesmo tempo. Fica uma imagem positiva, em um tipo de ação que o consumidor gosta”, pontua Marina. O projeto deu tão certo no Rio, que foi montado em São Paulo recentemente.

A principal lição e conclusão, segundo a pesquisa, é que as empresas devem aprender a não subestimar o consumidor. “Existe um estereótipo para diversão, como se tivesse que ser extroversão ao máximo. E não é. O que o consumidor quer está nas mínimas coisas, que elas estejam conectadas ao seu dia a dia. Se divertir é conquista, status e reconhecimento. Infelizmente, as empresas não olham para isso e ainda trabalham dentro de um estereótipo inexistente. Aí está o grande problema”, reflete Raquel.

*Por Isa Sousa. Esta matéria foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

McDonald’s tem ações sustentáveis mais conhecidas por brasileiros

O McDonald’s, Hering, Avon e Bradesco são as marcas com ações sustentáveis mais conhecidas pelos consumidores brasileiros. A conclusão é parte de uma pesquisa realizada pela GfK Brasil, a pedido da revista Consumidor Moderno. A rede de fast food é a que apresenta os maiores índices devido à campanha “McDia Feliz”. Dos entrevistados, 97% tinham ouvido falar na causa. Destes, 71% já participaram em algum momento e 40% continuam participando.

Na segunda posição aparecem duas marcas: Hering, com a campanha “Câncer de mama no alvo da moda”, e Avon, com a causa “Contra o câncer de mama”, lembradas por 75% dos consumidores. A pesquisa também considerou o Bradesco como segundo lugar, com 70% de conhecimento, por meio da Fundação Bradesco.

A terceira posição é ocupada pela Porto Seguro, com a ação “Trânsito+gentil”, com 64% de reconhecimento. Ainda como terceiro lugar estão o Itaú, por meio do “Itaú Cultural”, com 64%, O Boticário, com “Proteção à Natureza”, e Coca-Cola, com a causa “Viva Positivamente”, com índice de 62% de conhecimento.

Os consumidores
Para os entrevistados, os temas que mais motivam a participação ou contribuição nos projetos de sustentabilidade são Educação, com 76%, Saúde e Qualidade de Vida, com 74%, e Meio Ambiente, com 73%. Nos dois anos nos quais a pesquisa foi realizada, 93% responderam considerar muito importante o envolvimento de uma empresa em causas diversas e 96% são pré-dispostos a comprar produtos de marcas que participem.

Entre os ouvidos em 2011 e 2012, 43% e 41%, respectivamente, declararam participar ou contribuir para alguma causa social ou ambiental. Os principais motivos que levam as pessoas a se engajarem em uma causa são: fazer a diferença para um mundo melhor, com 84% em 2012 e 83% em 2011, exercer o papel de cidadão, com 80% em 2012 e 83% em 2011, e “sentir-se útil”, com 67% em 2012 e 65% em 2011.

Os desafios da transição para a nova economia

Em uma das palestras de maior destaque no segundo dia de Conferência Ethos, o consultor britânico John Elkington falou sobre os desafios da transição para a nova economia que se pretende estruturar. Em sua visão, a maior parte das empresas ainda faz o que chama de “change-as-usual”, ou seja, mudanças periféricas que não apresentam verdadeiras mudanças nos modelos de negócio. Para ele, as rupturas devem ser mais drásticas e virão, sobretudo, de empresas menores e mais flexíveis para inovar neste sentido.

O segundo ponto relevante abordado por Elkington consiste na tendência positiva de formação de alianças entre empresas dos mesmos setores e cadeias produtivas para endereçarem questões transversais a elas. Como exemplo, citou a campanha “Detox“, do Greenpeace, que une grandes corporações de vestuário esportivo em torno de uma mesma causa. A colaboração entre elas, de acordo com o britânico, permitirá a geração de resultados mais expressivos na eliminação de químicos tóxicos nos produtos elaborados pelas marcas envolvidas.

O engajamento, seja entre competidores ou entre outros públicos, sinaliza-se como o mais importante meio para consensos e redefinições em torno da construção do novo caminho pretendido para uma revisão da maneira pela qual produzimos, geramos riqueza e compartilhamos valor.

*Colaborou Carolina Miranda.

 

 

 

Conferência Ethos aborda temas que serão pauta na Rio+20

Ao organizar o pensamento empresarial em torno de uma articulação relevante para a Rio+20, o Instituto Ethos realiza – de hoje até o dia 13 – mais uma edição de sua conferência internacional.

O encontro, que foi aberto hoje pela manhã em São Paulo, teve como uma de suas principais palestras o discurso de Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, embora a crise econômica possa soar como um entrave aos debates promovidos pelas Nações Unidas, o conceito de desenvolvimento sustentável consiste no caminho sinalizador para novos modelos que possam surgir adiante – e ressaltou o papel do banco como financiador de iniciativas que promovam ao país bases responsáveis mesmo em um cenário de rápido crescimento.

Conferência teve início hoje, em São Paulo

De acordo com Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos e coordenador-geral da conferência, a maneira pela qual o mundo concebe e transfere recursos para o desenvolvimento deve ser repensada. Na opinião do dirigente, uma visão de futuro sustentável passa pelo deslocamento de uma visão especulativo-financeira para uma perspectiva focada na produção real e regulamentada de modo a equilibrar interesses socioambientais.

Durante os três dias de encontro, serão debatidos temas que, compilados, contribuirão para o endereçamento de políticas públicas, bem como para o enriquecimento das discussões que tomarão lugar no Rio de Janeiro.

 

 

Miller anuncia patrocínio à edição de verão da SPFW

A cerveja Miller Genuine Draft, que retornou ao Brasil recentemente, anuncia mais uma vez patrocínio àSPFW, edição de verão, que acontece de 11 a 16/06, na Bienal. Durante a semana de moda, a marca contará com um bar pilotado pelo Paris 6 e Petit Paris. Além disso, estará presente novamente nos lounges e terá convidados especiais para os desfiles da temporada.

 Esta reportagem foi publicada originalmente no Promoview, e agora no Com:Atitude, de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Nike volta seus olhos para o Rio de Janeiro

A Nike está voltando seus esforços para o Rio de Janeiro como forma de garantir a exposição da marca e oferecer o suporte para as ações de Marketing que serão desenvolvidas durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. A cidade representa uma praça estratégica para a Nike, por concentrar um grande público que pratica esportes e se identifica com a marca.

Para garantir uma proximidade com seu target, a companhiatrabalha com o apoio a eventos e realizações do próprio Governo, entre eles a pista de skate da Lagoa e a nova iluminação do Arpoador, que permite que atletas surfem durante a noite. A Nike não divulga o que pretende fazer durante os jogos, no entanto, explica que todas estas ações vêm fazer a preparação para o que será realizado em seguida.

“O que queremos é dar visibilidade à marca como uma forma de preparar para as Olimpíadas e a Copa do Mundo. O que temos que ter em mente é que a Copa e as Olimpíadas se ganham antes. Depois que os eventos começam, a disputa entre as marcas já acabou”, explica Mario Andrada, Diretor de Comunicação e Mercados Emergentes para as Américas da Nike, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Visibilidade de marca
No Brasil, o primeiro foco da empresa é o Rio de Janeiro, onde busca possuir a mesma visibilidade já obtida em grandes cidades do mundo, como Nova York e Londres.

“O Rio é uma cidade que tem o DNA da Nike, que tem o mesmo gosto pelo esporte e pela vida saudável que nós. O que estamos fazendo agora é mapear e conectar para, então, ter as ideias totalmente voltadas para a Copa e as Olimpíadas”, ressalta Andrada.

No segundo semestre deste ano, a cidade ganha uma megastore em Ipanema, primeira no Brasil que atuará dentro do conceito de brand experience. No espaço, os consumidores poderão conhecer mais sobre os produtos, experimentar e receber informações sobre suas diferenças.
Consultores ajudarão na escolha de um tênis ou chuteira ideal, por exemplo.

“A Nike já possui lojas no Rio de Janeiro, mas essa é a primeira megastore com o conceito experience. Ela vai atuar como uma embaixada no Rio de Janeiro. Ali será possível viver a experiência de se consumir Nike”, explica o executivo.

Autenticidade
Para suplantar o conceito de autenticidade da marca, a companhia pretende atuar em todo o Rio de Janeiro, e não apenas nas áreas com poder aquisitivo maior. Para isso, há lojas de menor porte abertas no bairro de Madureira, na Zona Norte da cidade, além de parcerias com a Central Única das Favelas (CUFA), entre elas a que possibilitou a implantação da Oficina de Futsal, no Viaduto de Madureira. O projeto aposta no desenvolvimento social e esportivo dos jovens, para incentivar a prática do esporte e promover integração dos alunos.

“Estamos vendo o Rio como um todo, e não apenas Ipanema, Leblon e Barra, por exemplo. Nossa marca precisa ser autêntica. Se você não for autêntico com a cidade, com as pessoas, não vai a lugar nenhum. Temos que construir uma relação com o Rio de forma a sermos legítimos”, diz Andrada.

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Nike+ possibilita interação com o digital
A Nike é hoje líder global no segmento de material esportivo. No Brasil representa 34% do mercado e é líder no futebol, posição adquirida por meio do patrocínio à Seleção Brasileira.

Outra estratégia para garantir a proximidade com os consumidores é o Nike+. A empresa está lançando no mercado uma nova versão, com três chips instalados em um tênis. O artigo é voltado para os praticantes de basquete e registra até mesmo os pulos que o atleta deu durante o jogo.

“Quando o consumidor entra no site do Nike+ e conecta o chip, todas as informações sobre a sua corrida, por exemplo, ficam registradas. Pode-se saber o quanto ele correu, onde e por quanto tempo. Esse novo produto pode registrar até a altura que o atleta saltou. Estas comunidades integram uma quantidade enorme de pessoas”, conta o Diretor de Comunicação e Mercados Emergentes para as Américas da Nike.

*Por Leticia Muniz. Esta matéria foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Seguros Unimed investe nas corridas de rua

Mantendo sua tradição no marketing esportivo, a Seguros Unimed patrocinará diversascorridas de rua em 2012. Dentre os eventos patrocinados está a Fila Night Run 2012, que terá dez etapas distribuídas ao longo do ano. Entre as cidades que integram o calendário estão Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Campinas (SP).

A Night Run é uma corrida diferente, que une diversas gerações. Disputada à noite, traz atrações musicais e espetáculos de luzes que deixam o evento ainda mais animado. Uma só etapa já chegou a reunir 15.000 participantes.

Outras corridas que terão o patrocínio da Seguros Unimed são o Circuito Athenas e o Circuito Vênus, a segunda destinada apenas ao público feminino. Além dessas, a companhia já patrocinou em 2012 o Circuito do Sol, outro evento que vem crescendo a cada ano.

As propriedades de patrocínio são semelhantes em todos os casos. Contemplam os kitsda corrida, camisetas dos competidores, os pórticos de largada e chegada, medalhas, inscrições para clientes e prospects, exposição de marca e ações promocionais no palco, mídia impressa, entre outros.

Marketing e Relacionamento 

A Seguros Unimed vem fortalecendo cada vez mais sua presença como patrocinadora deeventos esportivos. Essa atuação reforça o DNA da empresa em cuidar de pessoas e promover qualidade de vida. “Temos tradição no marketing esportivo, pois com essas ações demonstramos nosso cuidado e empatia com os clientes, parceiros e corretores”, afirma Henrique João Dias, superintendente de marketing da empresa.

E especialmente a corrida de rua é um dos esportes que mais crescem no Brasil. Nos últimos cinco anos, o número de praticantes dobrou e o calendário nacional já conta com mais de 800 provas.

Por isso, além dos patrocínios, a seguradora mantém o site Correr é Viver, onde promove concursos culturais e promoções, além de levar ao conhecimento do público um de seus mais novos produtos, o ‘Unimed Corredor Premiável’, criado especialmente para assessorar e segurar corredores de rua.

 Esta reportagem foi publicada originalmente no Promoview, e agora no Com:Atitude, de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Goodyear leva internautas para etapa da Stock Car

A Goodyear realiza uma promoção para reforçar o patrocínio à Stock Car, iniciado em 2008. A marca, que também é fornecedora de pneus da competição, premiará os vencedores com credenciais para assistir à etapa de Londrina diretamente do camarote da empresa, no dia 1º de julho.

Para participar do concurso cultural, os internautas devem curtir a fan page  da marca e completar a frase “Eu mereço ir para a etapa da Stock Car em Londrina, porque…”, até o dia 21 de junho. Os autores das quatro respostas mais criativas serão selecionados e poderão ir à competição com direito a levar quatro acompanhantes cada. Os dois primeiros colocados serão ainda contemplados com uma volta rápida, a mais de 200km/h, como passageiros no carro da Goodyear.

*Por Sylvia de Sá. Esta matéria foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

Coca-Cola realiza mais uma edição da Semana Otimismo que Transforma

A Coca-Cola promove este mês mais uma edição da Semana Otimismo que Transforma. A ação, que já é feita há cinco anos, será realizada entre os dias 20 e 27 deste mês e reverterá parte da venda dos produtos do portfólio da empresa para o programa “Reciclou, Ganhou”, do Instituto Coca-Cola Brasil. No ano passado, R$ 5,5 milhões foram doados. A partir desta semana, Bob’s, Cinemark, Domino’s, Koni Store, McDonald`s, Outback, Spoleto e Subway, além dos supermercados Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart de todo o país farão parte da campanha. Serão utilizadas peças como volantes colocados nas bandejas, banners e displays de balcão feitos de papel com o selo FSC (certificação florestal que garante que a madeira utilizada na fabricação vem de um processo produtivo manejado de forma ecologicamente correta). No novo site da Semana, os consumidores podem ainda interagir com o filme, enviando sua foto para o portal e fazendo parte da veiculação na internet. As peças levam assinatura da DPZ.

*Por Leticia Muniz. Esta matéria foi publicada originalmente no portal Mundo do Marketing, e agora no Com:Atitude de acordo com parceria que os dois portais mantêm.

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