Voluntários trabalham na reforma da escola Canuto do Val, na Barra Funda, em São Paulo

A fusão entre duas empresas passa por um processo de reorganização não só de serviços, processos, organogramas e gestão, mas, também, de atitudes e culturas. A recente união da Vivo com a Telefônica – tema de entrevista com a diretora da Fundação Telefônica, Françoise Trapenard, no Com:Atitude – é prova disso. A arquitetura das atitudes da Vivo e da Telefônica, tangibilizadas pelo Instituto Vivo e Fundação Telefônica, respectivamente, será reestruturada de acordo com a nova empresa.

“Temos duas carteiras de projetos bastante complementares, mas diferentes em alguns aspectos. Estamos reunindo ambas as equipes para tomar as decisões corretas. A questão que pensamos é: qual a imagem de futuro que queremos? Que programas precisam ser reforçados ou até descontinuados? A nossa intenção é manter o máximo possível do que já existe e manter os dois legados, o que configurará em uma terceira via”, disse Françoise Trapenard.

Com o intuito de engajar os funcionários em prol das novas atitudes, foi promovido o Dia dos Voluntários Telefônica, ocorrido na última sexta-feira, 7/10, em que 1.700 funcionários da Vivo e Telefônica se reuniram para reformar equipamentos públicos do bairro da Barra Funda, em São Paulo. A ação social inaugurou as atividades sociais da nova empresa. Outros 12 municípios do País também participaram da iniciativa, ampliada por conta das regionais da Vivo. No total, foram mais de três mil funcionários colaborando.

Os voluntários trabalharam em cinco espaços: na Escola Canuto do Val; nas praças Nicolau Morais Barros e da Embaixada Nordestina (Praça da GCM); no Centro de Saúde Escola Dr. Alexandre Vranjac e no Abrigo Auxiliadora. Foram realizados trabalhos de pintura, paisagismo, construção de novos playgrounds e áreas de convivência, dentre outros.